quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Imaginário de nação

Imaginário de nação
Imaginação de um
inventário de Brasil
De morro
Carnaval
Bunda
Fuzil

Cada dia um país novo
Cada velho um dia-a-dia
do povo

A eterna transitoriedade
No trânsito da esquina
Entre Israel e a Palestina
As fronteiras foram sangradas
Demarcadas a fogo

Tão Reais quanto invisíveis
Tão cruéis quanto possíveis
Escapam das mãos
queimam as cordas
Amarram as visões
Liberdade não tem nação
não tem pátria nem patrão


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