1. Sem palavras 1.1. Sem vida. 1.2. Sem sentir. 1.3. S(c)em motivos 2. Nada consta.
É que às vezes se chega ao limiar, depois das palavras, para minha vida, nada consta. Vida não há depois do limiar. Tu deves saber muito bem como é isso também se tem por elas parte vital da própria existência. Intrinsicamente se sente a vida diluída em funções vitais não-humanas e as palavras são o xilema e fluema que percorrem minhas veias. As palavras são meus alicerces de vida, por mais que pelo paradoxo sinto falta delas quando não correspondem nem em percentuais baixos o verdadeiro significado a ser transmitido. Muito se perde no caminho entre o pensar e o escrever, muito se perde e não há conversão possível que seja fiel ao que se queira transmitir. Sei que sabes disso também. Até logo.
2 comentários:
... " a vida passa pelo meu cigarro
Quem ta com pressa que arrume um carro
Pra correr ligeiro sem ter porque
Sem ter pra onde
Pois e pra que..."
Geraldo Vandre
1. Sem palavras
1.1. Sem vida.
1.2. Sem sentir.
1.3. S(c)em motivos
2. Nada consta.
É que às vezes se chega ao limiar, depois das palavras, para minha vida, nada consta. Vida não há depois do limiar.
Tu deves saber muito bem como é isso também se tem por elas parte vital da própria existência.
Intrinsicamente se sente a vida diluída em funções vitais não-humanas e as palavras são o xilema e fluema que percorrem minhas veias. As palavras são meus alicerces de vida, por mais que pelo paradoxo sinto falta delas quando não correspondem nem em percentuais baixos o verdadeiro significado a ser transmitido.
Muito se perde no caminho entre o pensar e o escrever, muito se perde e não há conversão possível que seja fiel ao que se queira transmitir.
Sei que sabes disso também.
Até logo.
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